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terça-feira, 16 de junho de 2009

Prefácio

E ela correu, correu como se sua vida dependesse disso, e de certa forma dependia. Mas por mais força que fizesse, o caminho parecia só aumentar, parecia nunca chegar, mesmo assim ela corria. Ela sabia que no final talvez ela visse seus maiores temores se realizando, mas ela sentia que, por alguma razão maior, ela estava exatamente onde deveria estar.

Ela era só uma menina, mal havia completado seus 17 anos, mas já havia passado por tanto que em alguns momentos, seus olhos tinham a expressão de um sábio muito antigo. Às vezes ela queria poder se livrar dessa sina, ser apenas mais uma garota comum, com amigos comuns e uma família comum, do jeito que era antes, mas será que ela conseguiria se adaptar a essa vida? Esse era seu destino, era tudo que ela sabia fazer, e além do mais, existia ele, ele que ela sabia, mesmo que fosse errado, a mantinha ainda mais presa a esse destino.



Capitulo I

Era uma manhã suave de outono, em todos os lados predominava o vermelho, o laranja e o marrom. Tudo parecia perfeito, mas para Marina, nada estava certo. Ela havia passado a madrugada em claro se lembrando de tudo que aconteceu na noite anterior. Foi tudo tão repentino, não parecia certa essa história de que sua mãe não tinha morrido em um acidente de trabalho, mas sim por assassinato. Não um assassinato qualquer, sua mãe era uma exterminadora, aparentemente a ultima.

O que o cara estranho da noite anterior disse, ela já não conseguia se lembrar de seu nome, é que na verdade, havia uma jovem exterminadora, se esta aceitasse o treinamento. Não podia ser sério, era alguma brincadeira idiota, alguém pagara uma um ator para fazer piadinhas e depois espalhar para o colégio, era a única explicação, afinal, Marina nunca foi das mais populares, pelo contrário, depois das coisas estranhas que aconteceram no ginásio ela se tornou o principal alvo das piadinhas. Mas isso não importava agora, tudo o que ela conseguia lembrar é que em algumas horas o tal homem estranho estaria esperando-a em frente ao galpão abandonado da Rua Fleet. Não fazia sentido algum, mas algo dizia que ela deveria ir, afinal de contas, que mal faria? No máximo alguém teria mais algum assunto humilhante sobre ela, seria apenas mais um na lista.

Estava decidido, se o tal homem sabia de algo sobre sua mãe que ela não sabia, ela iria até lá e descobriria.



Well, essa foi só a primeira parte da primeira história, logo eu posto a continuação. Comentem, digam se gostaram, critiquem, deem sugestões, tudo é bem vindo. Beijos

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